Você provavelmente conhece ou já ouviu falar sobre o Parque Tecnológico de São José dos Campos, certo?

Hoje ele abriga as maiores e mais importantes empresas aeroespaciais, e também empresas de vários segmentos da economia, saúde, energia, entre outros. Além de parceiros acadêmicos e instituto de ciências.

E foi daí que nasceu a ideia de transformar esse local uma cidade tecnológica, o primeiro distrito de inovação planejado do Brasil. Ao expandir o parque tecnológico onde pesquisa, negócios e inovação surgem todos os dias, a cidade tecnológica consolida o maior complexo de empreendedorismo e inovação do país.

O que é a cidade tecnológica?

Um território organizado para a sociedade do conhecimento, com completa infraestrutura como centros de desenvolvimento tecnológico, campus acadêmicos, estruturas laboratoriais e empresas de tecnologia. Uma porta global para fazer negócios, desenvolver conhecimento e trocar experiências.

Um lugar projetado para o compartilhamento de conhecimento, para abrigar os maiores players de tecnologia e para conectar redes locais e globais. Um ambiente único planejado para que as empresas estejam presente no principal vale brasileiro de inovação.

E por qual motivo devo instalar minha empresa na cidade tecnológica?

Instalar seu negócio ou empresa aqui implica ter oportunidade de usufruir da infraestrutura do parque tecnológico e de uma série de benefícios.

Estar aqui significa ter vantagens competitivas e dispor de uma área pronta para receber empresas que demandam um ambiente de criação e inovação próprio de um parque tecnológico

Diferenciais da cidade tecnológica

Diferenciais tecnológicos

Infraestrutura de postes e redes extras, pertencentes a associação de proprietários, desvinculado de qualquer concessionária, dedicados a receber sistemas de segurança, internet, câmeras de vigilância, entre outras tecnologias. Cada lote receberá infraestrutura com caixa de passagem individual e tubulação seca enterrada com interligação nos postes da associação.

Energia

Rede de abastecimento de energia pela bandeirante energia, permitindo a ligação de cada lote ao poste mais próximo.

Água

Ponto de água na frente de cada lote abastecido pela concessionária.

Esgoto

Ponto de interligação ao sistema de esgoto da concessionária na frente de cada lote.

Sistema viário

  • duplicação de mais de 1,5 km da estrada Joel de Paula, acesso do parque tecnológico, UNIFESP e FATEC. O primeiro trecho da ligação direta da marginal da rod. Pres. Dutra à rod. Carvalho pinto (8km).
  • av. Principal com 33 metros de largura prevendo a interligação do futuro campus da UNESP com a estrada Joel de Paula acesso ao parque tecnológico, UNIFESP e FATEC.
  • ruas e avenidas totalmente asfaltadas.
  • ciclo faixa no canteiro central.

Sistema de lazer

Lazer para integração e socialização com 14.237,31 m², além de 42.465,01 m² de área verde de uso público.

Ficou interessado e quer saber mais? Fale conosco e venha conhecer esse ambiente único e inovador.

 




IGP-M e IPCA, o que são?

O ano de 2021 já começou com um assunto em alta no mercado de locação, o aumento do IGPM, que atinge diretamente o valor do aluguel no país. Você sabe o que é o IGPM?

Existem vários índices de inflação, entre os principais e mais utilizados índices no país estão o IPCA e o IGP-M.

De maneira simples, cada índice mede a inflação de uma cesta de produtos diferentes. E cada um deles reflete com maior precisão como os preços subiram ou desceram, em média, para determinado perfil de consumidores.

O mais falado atualmente é o IGP-M, o Índice Geral de Preços do Mercado, que busca replicar a inflação para toda a população, sem níveis de renda. Calculado pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV), o IGP-M é composto por outros 3 índices (IPA, IPC e INCC), com a divisão de 60%, 30% e 10%, respectivamente. Sua inflação é baseada no mercado de atacado (principalmente no setor Industrial) e também muito focada no mercado financeiro e mercado imobiliário (principalmente aluguéis). O IGP-M também possui uma relação muito forte com o dólar americano.

Já o IPCA, que é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, é medido pelo IBGE mês a mês e é o principal índice de inflação do país. Nele são medidos os itens mais consumidos nas residências com renda mensal entre 1 e 40 salários mínimos, como o transporte, a alimentação, comunicação e habitação.

O IPCA apresenta-se mais estável com o passar do tempo e apresenta uma ligeira vantagem em um financiamento, por exemplo. Isso porque não possui grandes variações e tende a manter o valor sempre próximo ao que foi pago no mês anterior.

O IGP-M, já atua de forma contrária com muita instabilidade e sofrendo grandes variações durante o ano, seja para saldos positivos ou negativos. O custo alto da construção, por exemplo, possui forte influência nessa instabilidade do IGP-M.

Tem dúvidas sobre o mercado imobiliário? Manda pra gente através das redes sociais.








Dia do Síndico, 30 de novembro, qual a importância deles?

Na última segunda-feira (30/11) foi comemorado o dia do síndico. Ele é um operador do setor imobiliário pois é o responsável por garantir o funcionamento e a manutenção de um edifício, seja residencial, comercial ou misto.

Uma boa gestão consequentemente gera uma valorização patrimonial, isso porque condomínios preservados nunca perdem valor. O síndico, embora muitas vezes não seja visto dessa forma, influencia na dinâmica do mercado de imóveis. Uma vez que a comercialização de unidades usadas depende de prédios bem cuidados.

O síndico é o responsável pela administração de um condomínio residencial, comercial, misto, predial ou de casas. Sua principal tarefa é cuidar e manter a saúde financeira, contábil e social do imóvel.

Como representante oficial e uma espécie de porta-voz, a pessoa que assume o cargo de síndico tem o dever de defender o patrimônio, os direitos e os interesses do condomínio e dos condôminos, de forma ativa ou passiva, conforme determina o Art. 1348 do Código Civil.

O síndico do seu prédio vem realizando uma boa gestão? Você sabia da importância dele no mercado? Semana que vem tem mais conteúdo.




Terreno, devo investir?
O mercado imobiliário se mantem aquecido no Brasil, mesmo com os impactos causados pela pandemia do coronavírus na economia. Alguns motivos para isso são as taxas de juros mais baixas e condições de financiamento atrativas, principalmente para quem está procurando terrenos no interior de São Paulo.

Primeiramente, o investimento no mercado imobiliário é de baixo risco. Com a instabilidade na economia os rendimentos em aplicações financeiras estão em um sobe e desce constante e com riscos altos.
A valorização é outra razão para o investimento em um terreno. Com uma construção no lote, ou mesmo a partir da possível expansão de empreendimentos na vizinhança, o terreno se valoriza, o que o deixa também mais atrativo para revenda.

Com a expansão dos condomínios fechados, houve também o aumento da busca de famílias nesse tipo de empreendimento. Ao comprar um lote em um condomínio residencial, as famílias podem ter acesso a estrutura de serviços e conveniência, segurança e espaços para o lazer. Além disso, uma das maiores vantagens de comprar um terreno é a possibilidade de criar um projeto do jeito que você quiser.

Você conhece alguém que comprou ou está pensando em comprar um terreno? Manda esse link pra ele! Semana que vem temos mais conteúdo.










O ano de 2020 vem sendo desafiador e trazendo mudanças em vários sentidos, um deles está sendo o impacto do COVID-19 na vida das pessoas, seja na forma de trabalhar, na mudança de percepções do que realmente é importante e até em nossas rotinas.

Com o distanciamento social e as possibilidades de trabalhos remotos e/ou flexíveis, algumas questões surgiram durante a pandemia e uma delas vem sendo a procura por refúgios longe dos grandes centros, aquecendo o mercado imobiliário.

A busca por imóveis no interior e no litoral de São Paulo sofreu um grande aumento a partir de junho, na Nova Freitas Imóveis o crescimento pela busca foi de 30%. O destaque têm sido os condomínios, seja para lotes ou casas de terceiros.

Para muitos, não se trata de uma mudança definitiva, mas como um imóvel de lazer para evitar o confinamento em apartamentos. Fatores como volta às aulas, home office e os benefícios de viver no interior são decisivos entre o lar definitivo ou uma fuga de vez em quando.

Você conhece alguém que mudou ou está pensando em se mudar para o interior? Semana que vem temos mais conteúdo!